"Um evento brilhante para a grande família do Fisco". Assim o mestre de cerimônias definiu a abertura do XV Conafisco, em Florianópolis, na noite de 29 de novembro. O espetáculo "Divertissement", da escola do Ballet Bolshoi e a execução do hino nacional pelo saxofonista Lino Vieira deram o tom da grande noite, que teve a participação de cerca de 1400 participantes e diversas autoridades. O "trio anfitrião" - formado pelo presidente da Fenafisco, Rogério Macanhão, pelo presidente do Sindifisco/SC, Fabiano Dadam Nau, e pelo presidente da AFFESC (Associação dos Funcionários da Fazenda do Estado de Santa Catarina), Cidemar José Dutra - deu as boas-vindas aos convidados. "Este é o maior congresso da história da categoria e simboliza a força que temos para defender reformas estruturais para o nosso país. O maior problema do Brasil não é a alta carga tributária, mas a má utilização dos recursos públicos. A Fenafisco tem propostas para mudar essa realidade", disse Macanhão.
Nau lembrou que há mais de um ano o nome de Santa Catarina foi submetido para sediar o evento. "As dificuldades não foram poucas, mas todas reforçaram nossa capacidade de superação", disse o presidente do Sindicato anfitrião, destacando o apoio recebido pelo atual secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert, por seu antecessor, Antonio Gavazzoni, e pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira e agradecendo a todos que se deslocaram de diversas partes do país.
O presidente da AFFESC destacou que em Santa Catarina, Associação e Sindicato caminham de mãos dadas. O secretário da Fazenda do Estado enviou uma saudação em vídeo enumerando as ações de inteligência fiscal e a política de meritocracia adotada pela Fazenda catarinense. Ele foi representado pelo diretor de Administração Tributária, Almir Gorges. Em sua fala, Gorges lembrou que há algum tempo, falar em fisco era falar em repressão. "Evoluímos e hoje trabalhamos com alta tecnologia, equilíbrio das contas públicas e governabilidade. Devemos perseguir nossas competências no combate à sonegação e buscar o reconhecimento à altura de nossa responsabilidade", disse Gorges, destacando a importância de perseguir sempre a empatia com o contribuinte.
FONTE: Secretarioa de Estado da Fazenda